O que é?Centro de interpretação e museus virtuais
Nos últimos anos, os chamados média digitais têm sido usados cada vez mais na área da cultura (museus, galerias, locais arqueológicos,etc) e instituições de educação. Os media tradicionais, como as ilustrações animadas e audio-guias, em conjunto com exposições interactivas com recurso à multimédia digital, permitiram transportar a transferência de conhecimento para um nível completamente novo. Novas possibilidades para apresentação e experimentação do conhecimento, de forma atractiva para a audiência, foram surgindo daquela fusão.
Neste portal pretende-se mostrar os locais museológicos de Braga recorrendo aos sistemas multimédia.
MuseusLocais em destaque
Museu dos BiscainhosMuseu D. Diogo de Sousa
Os museusListagem de museus da cidade de Braga
Museu das Termas Romanas do Alto da Cividade
"As termas do Alto da Cividade foram construídas nos inícios do século II, juntamente com um teatro anexo, situando-se perto do forum administrativo de Bracara Augusta. Classificadas como Monumento Nacional, as termas, tal como o teatro, inserem-se numa área arqueológica vedada e protegida. Este balneário público foi descoberto em 1977.
Reconhecida a sua importância arqueológica, as escavações prosseguiram até 1980, tendo sido interrompidas e retomadas já nos anos 90. O estudo do monumento foi dado por concluído em finais de 1999. Tal como aconteceu com quase todas as termas públicas do mundo romano, o balneário do Alto da Cividade sofreu várias remodelações, sendo possível definir, pelo menos, quatro fases na sua evolução arquitectónica até ao seu abandono entre finais do século IV / inícios do V."

Fase I – inícios do século II
As termas do Alto da Cividade foram construídas sobre um edifício anterior, parcialmente integrado na construção. O primeiro projecto arquitectónico das termas corresponde a um edifício com orientação NO/SE, de forma rectangular alongada, com cerca de 40 metros de comprimento por 12 metros de largura. Dentro deste edifício existiam vários compartimentos frios e quentes que permitiam aos utentes cumprir o serviço de banhos, circulando das áreas frias para as quentes. Existiam ainda várias áreas de serviços, onde se localizavam as fornalhas que asseguravam o aquecimento das salas quentes e se armazenava o combustível. A poente do edifício estendia-se uma ampla palaestra, que se desenvolvia até ao limite do tabuleiro. No lado norte, a palaestra estava limitada por um muro que definia um dos lados de uma rua, bastante inclinada, que circundava o teatro.



Fase II – finais do século II / inícios do século III
As termas foram remodeladas ainda no Alto Império para ampliação da área de banhos e para facilitar a circulação interna no edifício. O balneário manteve a orientação NO/SE e a forma rectangular que já possuía, sendo aumentada a área de banhos na direcção poente. Foram construídos novos espaços, designadamente, uma piscina fria, três novas salas frias e mais uma sala quente. Na área de serviços norte foi implantada uma cisterna que garantia a necessária água limpa para o funcionamento da piscina, construída no interior do edifício.
Fase III – finais do século III / inícios do século IV
Entre finais do século III / inícios do século IV as termas foram alvo de uma profunda reforma, que transformou a disposição interna das salas reservadas aos banhos e a aparência exterior do edifício, o qual se tornou simétrico, com uma fachada avançada sobre a palaestra. As principais alterações afectaram as áreas sul, este e oeste do balneário. Na parte norte foi inutilizado o anterior caldarium. A sul, foram entulhados vários compartimentos para implantar um novo apodyterium. O mesmo aconteceu na parte este da área de banhos, facto que permitiu criar um amplo frigidarium. A oeste daquele novo espaço foram construídas quatro novas salas aquecidas.



Fase IV – meados do século IV
Em meados do século IV as termas foram objecto de uma última reforma. As transformações ocorreram no interior da área de banhos com a passagem do anterior caldarium a área fria. A construção de uma nova fornalha na fachada oeste das termas transformou os tepidaria centrais em caldaria. Por sua vez, a redução do número de salas quentes inutilizou a área de serviços norte, usada até então como área de armazenagem. Este espaço transformou-se em área aberta, onde poderá ter sido instalada a nova palaestra, uma vez que a anterior, que existia a poente do balneário, foi inutilizada.



Ingressos/Descontos/Isenções;

€1.70 – Bilhete normal

€0.85
• Estudantes, mediante comprovativo
• Grupos escolares *
• Reformados (mais de 65 anos) invalidez
• Cartão jovem-munícipe
• Bilhete Família (com 2 filhos/crianças – 50% no 1º bilhete acompanhante)

Isenções
• Crianças até aos 14 anos
• Escolas do Município *
• Associações, instituições de carácter social *
• Grupos juvenis concelhios *
                                  * Exigência de marcação prévia.

Visitas Guiadas
Com marcação prévia: a confirmação ficará sujeita ao calendário do “Espaço Arqueológico”.
Os grupos deverão ser compostos por mais de 4 elementos e não mais de 30, e as visitas guiadas têm a duração de aproximadamente 30 minutos.

 

Como chegar:
Http://www.braga.com.pt/MapaUnidade9.asp?hr=5&vr=6


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