O que é?Centro de interpretação e museus virtuais
Nos últimos anos, os chamados média digitais têm sido usados cada vez mais na área da cultura (museus, galerias, locais arqueológicos,etc) e instituições de educação. Os media tradicionais, como as ilustrações animadas e audio-guias, em conjunto com exposições interactivas com recurso à multimédia digital, permitiram transportar a transferência de conhecimento para um nível completamente novo. Novas possibilidades para apresentação e experimentação do conhecimento, de forma atractiva para a audiência, foram surgindo daquela fusão.
Neste portal pretende-se mostrar os locais museológicos de Braga recorrendo aos sistemas multimédia.
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Exposição "Vita Vitri - O Vidro Antigo em Portugal"Data:16/6/2009
Abre ao público no Museu D. Diogo de Sousa no próximo Sábado, 20 de Junho, uma exposição temporária sobre o vidro romano em Portugal.
Nela figurarão peças de grande valor arqueológico e estético.
 
Uma Exposição onde o conhecimento acerca do fabrico artesanal de vidro em Bracara Augusta está aliado à importante colecção de vidros do Museu Nacional de Arqueologia.
A recente investigação arqueológica em torno da cidade romana de “Bracara Augusta” (Braga) e o estudo do processo de produção artesanal do vidro deram um importante contributo para o conhecimento do tema do Vidro na Antiguidade.
Procurou-se lançar sobre o vidro um novo olhar, através do seu ciclo de vida, do nascimento à sua morte e renascimento, através da reciclagem, num processo continuado, desde a Antiguidade aos nossos dias.
Nascimento. O fabrico artesanal - As técnicas de fabrico de vidro na actualidade e na época romana, nomeadamente em Bracara Augusta. e as técnicas decorativas.
Vida. O uso quotidiano - Na despensa, na mesa, na medicina e na cosmética, no adorno pessoal, no jogo, na arquitectura
Morte. A alteração e fim dos objectos de vidro - Os vidros chegam a acompanhar o homem na morte, preservando os alimentos, bebidas ou unguentos necessários a uma nova vida no além, ou podem até servir de urnas para os seus restos mortais, após a cremação. A morte do vidro também pode ser ditada por agressões físicas e químicas do meio ambiente.
Renascimento. A reciclagem - Com a reciclagem fecha-se um ciclo de vida do vidro. Regressa-se ao ponto de partida, ao ventre quente do forno, onde o vidro se funde e se mistura e de onde sai para dar origem a uma nova vida, uma nova forma. É um movimento perpétuo de nascimento-vida-morte-renascimento, século após século, até chegar aos nossos dias, às nossas fábricas da Marinha Grande, às nossas casas.

Os Serviços Educativos dos Museus onde figurará a exposição – inicialmente em Braga, e no último trimestre em Lisboa – asseguram visitas-guiadas e outras actividades vocacionadas especialmente para Escolas e Famílias.

Esta iniciativa é financiada pelo QREN e integra-se no Plano de Actividades aprovado pelo Instituto dos Museus e da Conservação, I.P. para o corrente ano.
Este projecto tem por base a investigação desenvolvido no âmbito de uma tese de doutoramento do seu Comissário Científico, Mário Cruz, sobre o vidro romano em Portugal e conta com a colaboração de três museus da Rede Portuguesa de Museus, nomeadamente Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa, Museu Nacional de Arqueologia e Museu do Vidro da Marinha Grande, bem como com a participação de empresas ligadas à indústria de fabrico e transformação do vidro, como a “Jasmim” e a “AIVE” (Associação dos Industriais do Vidro de Embalagem) e a “CERV” (Associação de Reciclagem dos Resíduos das Embalagens do Vidro).

Contacto: mdds@imc-ip.pt
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